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A Mão

O que contam as linhas da tua mão

Toda a gente já virou pelo menos uma vez a palma para a luz à procura de alguma resposta. Qual é a linha da vida, qual é a do coração, porque é que uma se divide, porque é que outra se interrompe e se aquela cruzinha por baixo do indicador quer dizer alguma coisa.

E quase toda a gente já ouviu a afirmação mais teimosa da quiromancia — que uma linha da vida curta significa uma vida curta. Não significa. O seu comprimento por si só nada diz sobre quantos anos vais viver.

A mão conta outra coisa, e é bastante mais interessante: quem foste até agora, como chegaste aqui e o que trazes contigo neste preciso momento.

Para baixo

A palma é um documento a que a vida vai acrescentando marcas

Pela mão vê-se como uma pessoa gasta as suas forças, como reage sob tensão, como pensa, como vive a proximidade, com que facilidade deixa que os outros se aproximem, que temperamento herdou e o que mudou com o tempo.

É precisamente por isso que a quiromancia me interessa tanto. A palma é um documento a que a vida vai acrescentando aos poucos as suas próprias marcas.

As linhas mudam

Não acontece em semanas, mas ao longo dos anos as diferenças veem-se.

Depois de um período pesado, de uma grande mudança de vida, de uma separação, de uma mudança de trabalho, de pressão prolongada ou de uma decisão que virou a direção, algumas linhas podem ficar mais nítidas, outras enfraquecer, e à volta delas podem aparecer novas ramificações e pequenos sinais.

Por isso a mão conta ao mesmo tempo aquilo com que chegaste e a maneira como o desenvolveste.

As duas mãos contam histórias diferentes

É a parte que mais vezes se deixa de lado, e está entre as mais curiosas.

Na quiromancia uma mão liga-se mais às qualidades inatas, ao herdado e ao potencial de partida. A mão ativa mostra como uma pessoa usou e mudou esse potencial. Nos destros costuma ser a direita; nos canhotos toma-se a mão dominante.

É precisamente a comparação entre as duas que por vezes dá a informação mais interessante.

Quando as linhas e a sua estrutura se parecem muito, costumamos ver uma pessoa que guardou boa parte do temperamento inicial e da sua maneira de agir.

Quando as diferenças são fortes, isso indica muitas vezes uma mudança importante no caminho de vida. Às vezes chega aos poucos, outras depois de um período concreto que mudou a maneira como uma pessoa pensa, ama ou decide.

A leitura começa antes das linhas

Primeiro olham-se a forma da palma, o comprimento e as proporções dos dedos, o polegar, as distâncias entre os dedos e a maneira como a mão se abre naturalmente.

Depois vêm as linhas principais — do coração, da cabeça e da vida — e as ligações entre elas.

A seguir examinam-se os montes por baixo dos dedos, as linhas secundárias, as ramificações, os cruzamentos e os pequenos sinais, que muitas vezes acrescentam ao quadro geral os pormenores mais interessantes.

A sala «A Mão» no FatedWays

As pessoas gostam muito de procurar sinais. Com a mão o sinal é ainda mais pessoal, porque não o encontras por acaso no relógio ou numa matrícula. Levas-lo contigo todos os dias.

Por isso fiz de «A Mão» uma sala à parte. Carregas uma fotografia das tuas duas palmas e recebes uma leitura pessoal daquilo que nelas se vê com clareza — a forma, as linhas principais, as ligações entre elas, os montes, os sinais mais visíveis e as diferenças entre as duas mãos.

A leitura faz-se a partir das tuas fotografias concretas. Não há uns quantos tipos gerais de mão em que depois te tenhas de reconhecer como puderes.

Abrir «A Mão» →

Como fazer as fotografias

As fotografias contam muito para a precisão. Quanto mais nítidas estiverem as linhas, mais pormenores podem entrar na leitura.

1. Fotografa com luz do dia, sem sombra na palma.

2. A mão deve estar descontraída e aberta de forma natural.

3. Devem ver-se toda a palma, o pulso e os dedos.

4. A pele não deve estar muito esticada.

5. Fotografa as duas mãos — a comparação entre elas faz parte da leitura.

O limite que prefiro dizer com toda a clareza

Na quiromancia clássica também se podem procurar períodos de tempo, direções prováveis de acontecimentos e mudanças mais finas ao longo de certas linhas.

Para isso, porém, examinam-se linhas secundárias muito pequenas, cruzamentos e sinais que uma fotografia comum nem sempre capta suficientemente bem. A iluminação, a qualidade da câmara e a própria pele podem esconder precisamente os pormenores em que assenta a leitura temporal mais precisa.

Por isso a leitura em «A Mão» está dirigida ao carácter, aos grandes padrões de vida, ao vivido e aos sinais claramente visíveis nas duas palmas.

Se quiseres uma leitura mais aprofundada com as linhas finas, os períodos e as possíveis referências temporais, podes dirigir-te à Imperatriz em imperatrice.eu@gmail.com. Numa leitura dessas podem ser pedidas fotografias adicionais de perto de zonas concretas e examinados pormenores que não podem ser avaliados de forma fiável só a partir de duas fotografias gerais.

Uma leitura que fica tua

A leitura na sala «A Mão» paga-se uma única vez — 11,11 € — e fica tua, com a possibilidade de a descarregares e guardares. Não há mensalidade para ela.

Também não é preciso repeti-la ao fim de umas semanas. Seria mais interessante voltar a lê-la passado algum tempo e ver se agora percebes de outra maneira parte do que as tuas mãos estavam a mostrar.

Como se liga às outras salas

As várias salas do Jogo olham para uma mesma história humana de lados diferentes. O Mestre Celeste passa pela astrologia pessoal. O Karma procura de onde vem aquilo que volta. Compatibilidade mostra o que se passa entre duas pessoas.

A Mão acrescenta a tudo isso uma camada muito pessoal, porque mostra a maneira como tu própria atravessas o que acontece. Como reages quando te sentes insegura, com que facilidade confias, como tomas decisões, quanto aguentas, quando te afastas e o que mudou no teu carácter ao longo dos anos.

O relato que esteve contigo todo este tempo

Se tens curiosidade sobre o que contam as tuas palmas, abre «A Mão» e carrega as duas fotografias.

Às vezes procuramos as respostas nas cartas, no mapa astral, nos números que se repetem ou nas pessoas que aparecem na nossa vida. E um dos relatos mais pessoais esteve connosco todo este tempo — nas nossas próprias mãos.

Carrega as tuas duas fotografias →

Se estás agora a descobrir o Jogo, lê Como se joga — sobre as jogadas, as 64 casas e a maneira como a pergunta muda contigo. E se o teu tema tiver que ver com o mapa astral e os períodos, segue para O Mestre Celeste.

Perguntas frequentes

Uma linha da vida curta significa uma vida curta?

Não. O seu comprimento por si só nada diz sobre quantos anos vais viver. A linha da vida é examinada junto com as outras linhas, com a forma da palma e com a segunda mão, e fala mais da maneira como uma pessoa gasta as suas forças e reage sob tensão.

Porque são precisas fotografias das duas mãos?

Uma mão liga-se mais às qualidades inatas e ao potencial de partida, enquanto a ativa mostra como uma pessoa usou e mudou esse potencial. A comparação entre as duas dá muitas vezes a parte mais interessante da leitura.

Como fotografo as minhas palmas?

Com luz do dia, sem sombra na palma, com a mão descontraída e aberta de forma natural. Devem ver-se toda a palma, o pulso e os dedos, e a pele não deve estar muito esticada. Quanto mais nítidas estiverem as linhas, mais pormenores podem entrar na leitura.

A leitura mostra anos e acontecimentos concretos?

A leitura temporal exige linhas secundárias muito finas, cruzamentos e sinais que uma fotografia comum nem sempre capta. Por isso a leitura na sala está dirigida ao carácter, aos grandes padrões de vida, ao vivido e aos sinais claramente visíveis. Para uma leitura mais aprofundada com períodos podes dirigir-te à Imperatriz em imperatrice.eu@gmail.com.

Quanto custa e há mensalidade?

A leitura paga-se uma única vez — 11,11 € — e fica tua. Podes descarregá-la e guardá-la. Não há mensalidade para ela.

As minhas linhas podem mudar?

Sim, ainda que devagar. Ao longo dos anos algumas linhas podem ficar mais nítidas, outras enfraquecer, e à volta delas podem aparecer novas ramificações e pequenos sinais — normalmente depois de um período ou de uma decisão que mudou a direção.

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